Cidadania no ar
Busca:

Aprendendo juntos

« Posts Mais Antigos

O MAL DAS PESSOAS É JULGAR PELAS APARÊNCIAS

domingo, 6 de agosto de 2017

Pequenas grandes histórias…

terça-feira, 4 de julho de 2017

foto de – Fadas, Elfos e elementais seres da LUZ. –

Pequenas grandes histórias…

Numa sala de aula haviam várias crianças.Quando uma delas perguntou à professora:

– Professora, o que é o amor?

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da es ola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

As crianças saíram apressadas e ao voltarem a professora disse:

– Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

A primeira criança disse:
– Eu trouxe esta flor, não é linda?

A segunda criança falou:
– Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou coloca-la em minha coleção.

A terceira criança completou:
– Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.

A professora se dirigiu a ela e perguntou:
– Meu bem, porque você nada trouxe?
E a criança timidamente respondeu:

– Desculpe professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolve-lo ao ninho.

Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.

Autor desconhecido

Enviado por Lucas Lima, Porto Alegre – RS

MINU PAULINE

domingo, 4 de dezembro de 2016

A dona desse restaurante teve uma idéia brilhante após ver uma mendiga revirar o lixo atrás de comida. Que linda atitude!

enviado por Urania Deveza, Bona – Nordrhein-Westfalen, Alemanha.

A indiana Minu Pauline é a orgulhosa dona do restaurante Pappadavada, localizado na cidade portuária de Kochi. Mas este não é um estabelecimento como outro qualquer, pois na frente do local tem algo muito especial.

img1

Facebook/Pappadavada

Do lado de fora do restaurante, ela colocou uma geladeira onde várias refeições que não foram vendidas são depositadas. Qualquer pessoa que passe por ali pode se servir.

img2

Facebook/Pappadavada

Minu teve a idéia quando um dia viu uma moradora de rua revirando suas latas de lixo, procurando comida. Ela disse: “Foi uma visão tão triste, como a mulher separava o lixo, procurando por algo comestível.” Vendo isso, Minu se deu conta de quanta comida era desperdiçada a cada dia – comida que ainda podia ser aproveitada.

img3

Facebook/Pappadavada

Por isso, ela decidiu colocar uma geladeira do lado de fora do restaurante. Clientes e funcionários colocam as sobras de comida/refeições dentro dela para que todos tenham a chance de se servir.

img4

Facebook/Pappadavada

A geladeira fica acessível o tempo todo e é aberta à todos – sem suspeitas ou controle.

img5

Youtube/asianetnews

Minu orgulhosamente explica que o conceito tem sido extremamente bem aceito e que seus clientes doam regularmente. Ela mesma doa de 70 a 80 refeições por dia.

img6

E a notícia de sua generosidade se espalhou rapidamente. A geladeira precisa ser reestocada continuamente. Mas Minu doa com alegria: “Você fica com o seu dinheiro, mas comida é recurso para todo mundo. Para mim, se trata de mostrar que você não deve desperdiçar, mas dividir o que você tem com os outros.”

img7

Que idéia bonita. Este gesto é de grande importância, principalmente na Índia, onde tantos moradores de rua lutam  para ter o que comer. É ótimo saber que existem  pessoas como Minu por aí.

 

CONHEÇA A ESCOLA MENINOS E MENINAS DO PARQUE

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Publicado em 11 de mai de 2015

A Escola Meninos e Meninas do Parque recebe jovens e adultos em situação de rua. Leia a matéria na íntegra em http://bit.ly/1JC3RZi

A LUTA DE 1932, O MAIOR MOVIMENTO ARMADO DO SÉCULO 20

terça-feira, 9 de julho de 2013

Com três meses de duração e aproximadamente mil mortos, a Revolução de 1932 foi o maior movimento armado acontecido no Brasil durante o século 20. Se comparada com outros movimentos armados acontecidos no Brasil durante o século 19, seus números não impressionam. As baixas da Guerra dos Farrapos, de Canudos e, principalmente, da Guerra do Paraguai foram muito mais elevadas.
Se colocada em perspectiva com outros conflitos acontecidos fora do Brasil, toda a luta da Revolução de 1932 poderia se resumir a breves escaramuças. Durante os três meses de guerra não aconteceu nenhuma grande batalha. Nenhum movimento estratégico das tropas. Nenhuma ação tática capaz de alterar o rumo dos acontecimentos. As tropas federais simplesmente esmagaram a resistência paulista.
E o seu total de mil mortos perde impacto quando comparado com os quase 7 mil mortos na Batalha de Gettysburg, na Guerra Civil norte-americana, com os mortos nas batalhas de Verdun e do Somme, na 1.ª Grande Guerra, ou com os mortos em Stalingrado e no desembarque do Dia D na 2.ª Guerra.
Em outras palavras, a luta de 1932 deve ser vista dentro dos parâmetros reais para colocar uma revolução no Brasil daquela época no seu contexto histórico, tanto no que tange ao tamanho e condição de vida da população, como ao grau de desenvolvimento nacional. Em 1932 uma boa parte do interior do Estado de São Paulo ainda não estava sequer ocupada. Não havia estradas de rodagem ligando o País. Para ir de São Paulo a Belém o meio de transporte era o navio. A economia dependia basicamente do café e do açúcar. A industrialização era um movimento incipiente, reduzido aos estados de São Paulo e Rio. As comunicações eram precárias, feitas por telégrafo ou telefone operado por telefonistas. Não havia televisão, o rádio era o grande meio de comunicação de massa.
É neste cenário que, entre os meses de julho e outubro, se desenrola a campanha militar da Revolução de 1932. Para se entender a luta e seu desfecho é necessário analisar fatos anteriores a 9 de julho, data do início do movimento armado.
Desde a vitória da Revolução de 1930 a população paulista estava descontente com os rumos da política nacional. Tratado como inimigo vencido, o governo do Estado de São Paulo foi entregue a aliados de Getúlio Vargas que não tinham familiaridade com a vida, o desenvolvimento econômico e as relações sociais da população. O resultado foi uma série de conflitos e o comprometimento do desenvolvimento estadual, brecado por ações implementadas para quebrar a pujança paulista.
A reação foi rápida, tanto no nível político, como no campo social. Os paulistas passaram a não aceitar a intromissão de gente estranha em suas vidas e a conspirar contra o governo de Getúlio Vargas, transformado em ditador.
É fácil julgar os erros de um movimento 80 anos depois dele acontecer. O duro é fazer a leitura e tomar as decisões corretas na hora em que as coisas acontecem. Portanto, sem desmerecer os líderes paulistas, é preciso elencar os equívocos e mesmo a inabilidade política e diplomática que resultaram no isolamento do Estado ao longo de todo o conflito. O primeiro equívoco foi considerar a aliança com os estados do Rio Grande do Sul e Minas como fato consumado e os três marchariam juntos para derrubar Getúlio Vargas. O segundo foi a inabilidade diplomática que resultou no não reconhecimento do “estado de beligerância” por parte das grandes nações. Também foi um equívoco incluir a destituição do general Bertoldo Klinger, do comando de Mato Grosso, entre as razões para iniciar a luta. Como foi um erro permitir que Getúlio Vargas desarmasse o Estado nos meses anteriores ao conflito.
O general Klinger, sabendo da inclusão de sua destituição entre os motivos para o início da revolução, enviou uma carta desaforada para o ministro da Guerra, que o demitiu. Honrando o acordado com Minas Gerais e o Rio Grande do Sul, São Paulo se levantou em armas, no que não foi acompanhado pelos parceiros. Mal armado, o Estado, em função do não reconhecimento do “estado de beligerância”, não conseguiu comprar os equipamentos necessários para a luta no mercado internacional.
Neste cenário, havia uma única chance de vitória para os paulistas: um avanço rápido e direto contra o Rio de Janeiro, então capital federal. Se isso acontecesse, as tropas do Exército lá aquarteladas se levantariam e, juntamente com os paulistas, deporiam Getúlio Vargas.
No dia 9 de julho de 1932, não havia nada entre São Paulo e o Rio de Janeiro capaz de deter o avanço dos revolucionários. Quando a vitória já podia ser considerada como provável, o comandante das tropas paulistas, coronel Euclides Figueiredo, ao chegar na divisa entre os dois Estados ordenou que o exército parasse para aguardar a chegada e a decisão dos dois comandantes do movimento, os generais Isidoro Dias Lopes e Bertoldo Klinger. A partir daí, a iniciativa das ações passou para o governo federal e São Paulo, esmagado pelo peso do País mobilizado contra ele, três meses depois depôs suas poucas armas, encerrando a Revolução de 1932.
A leitura dos livros escritos pelos paulistas que participaram da luta mostra uma guerra como todas as guerras. Suja, feia, malcheirosa, com piolhos, ratos, sangue, gritos dos feridos, corpos mutilados e soldados mortos. Ela aconteceu durante um inverno úmido, que castigou ainda mais as tropas paulistas, mal equipadas para enfrentar o tempo inclemente e mal armadas para conter as tropas federais.
Boa parte das forças de São Paulo era composta por voluntários sem qualquer treinamento militar, sob o comando de oficiais do exército e da Força Pública. Um elevado número desses comandantes não estava preparado para a guerra e não tinha noção das regras de combate, outros se mostraram covardes e outros simplesmente não tinham qualquer simpatia pelo movimento.
As narrativas, principalmente sobre a frente sul, mostram manobras equivocadas, retiradas sem
sentido e o abandono do campo de batalha pelos soldados profissionais que deveriam dar o exemplo, deixando os voluntários sem comando diante do inimigo. Neste setor, bem como em todos os outros, aconteceram atos de bravura e heroísmo, que merecem todas as homenagens, mas que, evidentemente, não foram suficientes para deter o avanço das tropas federais.
Nas outras frentes, os paulistas se saem melhor, mas, da mesma forma, não conseguem impedir o avanço inexorável dos soldados profissionais do exército e das polícias estaduais, jagunços e cangaceiros enviados contra eles. Ao longo dos três meses de luta, os paulistas só se defenderam. No final, estavam completamente vencidos. O armistício e o fim dos combates no começo de outubro era o único meio de impedir que a invasão maciça do Estado de São Paulo pelas tropas federais se transformasse em vingança e resultasse num morticínio inútil e numa enorme carga de sofrimento físico para a população civil. Por isso, ainda que doa não ter um bode expiatório para culpar pela derrota, a paz solicitada pelo comando da Força Pública não pode ser questionada.
* ANTONIO PENTEADO MENDONÇA É PRESIDENTE DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS E COMENTARISTA DA ‘RÁDIO ESTADÃO’.

APRESENTANDO O LIVRO

quarta-feira, 30 de maio de 2012

 

ESCOLA DA PONTE

terça-feira, 10 de abril de 2012

 

 

 

 

 

 

 

Escola da Ponte – um único espaço partilhado por todos, sem separação por turmas, sem campainhas anunciando o fim de uma disciplina e o início de outra. A lição social; todos partilhamos de um mesmo mundo. Pequenos e grandes são companheiros numa mesma aventura. Todos se ajudam. Não há competição. Há cooperação. Ao ritmo da vida; os saberes da vida não seguem programas. São as crianças que estabelecem os mecanismos para lidar com aqueles que se recusam a obedecer às regras. Pois o espaço da escola tem de ser como o espaço do jogo; para ser divertido e fazer sentido, tem de ter regras. A vida social depende de que cada um abra mão da sua vontade, naquilo em que ela se choca com a vontade coletiva. E assim vão as crianças aprendendo as regras da convivência democrática, sem que elas constem de um programa…

sinopse do livro “A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir” de Rubem Alves.

EDUCAR – RUBEM ALVES

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

 

CIDADANIA NO AR PARTICIPOU

terça-feira, 1 de novembro de 2011

 

 
Cidadania no Ar está em Sapopemba com mais uma biblioteca circulante filiada a Biblioteca Circulante Carolina Angrisani. São mais 10 livros rodando entre os jovens que participam de cursos profissionalizantes, no “Espaço Cultural Flávio Fernandes de Matos”, sob supervisão da professora Ana Carolina.

Boa leitura a todos!

 

A MÚSICA FAZ MILAGRES!!!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

 

A MÚSICA FAZ MILAGRES!!! Primeiro, leia o que segue abaixo… Depois assista ao vídeo…. CENA (REAL) QUE MARCOU O FILME O filme Amargo Pesadelo estava sendo rodado, no interior dos Estados Unidos. O diretor fez a locação de um posto de gasolina, nos confins do mundo, onde aconteceria uma cena entre vários atores, contracenando com o proprietário do posto, onde ele também morava com sua mulher e filho. Este último autista e nunca saía do terreno da casa. A equipe parou no posto de gasolina, para abastecer e aconteceu a cena mais marcante, que o diretor teve a felicidade de encaixar no filme. Num dos cortes, para refazer a cena do abastecimento, um dos atores, que sendo músico sempre andava acompanhado do seu instrumento de cordas, aproveitando o intervalo da gravação, e já tendo percebido a presença de um garoto, que dedilhava um banjo na varanda da casa, aproximou-se e começou a repetir a seqüencia musical do garoto. Como houve uma ‘resposta musical”, por parte do garoto, o diretor captou a importância da cena e mandou filmar. O restante vocês verão no vídeo. Atentem para alguns detalhes: – O garoto é verdadeiramente um autista; – ele não estava nos planos do filme; – A alegria do pai, curtindo o duelo dos banjos… dançando – A felicidade da mãe, captada numa janela da casa; – A reação, autêntica de um autista, quando o ator músico quer cumprimentá-lo. Valem a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto. A sua expressão, no início, está distante mas, à medida que toca o seu banjo, ele cresce com a música, e vai se deixando levar por ela, até transformar a sua expressão num sorriso contagiante, transmitindo a todos a sua alegria. A alegria de um autista, que é resgatada, por alguns momentos, graças a um violão forasteiro. O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso, preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície. Depois, ele volta para dentro de si novamente, deixando a sua parcela de real Beleza eternizada “por acaso” no filme “Amargo Pesadelo” (Ano 1972).

 

Cidadania no ar - todos os direitos reservados