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SINAL FECHADO

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Bicicletas sem placa são apreendidas no interior

A PM de Morro Agudo, no interior de SP., aprendeu anteontem 50 bicicletas sem placas ou que trafegavam na contramão, no primeiro dia de fiscalização após a campanha de emplacamento, que teve início em abril e durou até o dia 31.
Para retirar a bicicleta, o dono terá de passar por uma palestra com orientações de trânsito.
07 de setembro de 2005 (dois mil e cinco).
Cotidiano FSP

CIDADÃO É FORÇADO A UTILIZAR O TRANSPORTE PÚBLICO RUIM

sábado, 22 de junho de 2013

 

Cidadão é forçado a utilizar o transporte público ruim

A política atual das principais cidades brasileiras não vai melhorar qualidade do transporte e medidas como a criação de faixas exclusivas são maquiagem. O objetivo das empresas de ônibus não é o passageiro e sim a tarifa garantida pelo governo.

Sérgio Abranches, CBN – 21/06/2013

NÃO, CICLISTA!

quinta-feira, 11 de Abril de 2013

 

Eu sempre dei meu TOTAL apoio aos ciclistas e as pessoas que querem pegar esse hábito de fazer da bicicleta um meio de transporte, mas preciso compartilhar isso também…

Foi muito falado dos DIREITOS dos ciclistas nas ruas das cidades, mas muitos não cumprem com os seus DEVERES!

Não adianta fazer protestos, pedindo para que motoristas, motociclistas e outros meios de transporte sejam mais educados com os ciclistas, se os mesmos não respeito outras partes como pedestres, calçadas e faixadas de pedestres.

Ciclistas tem o mesmo, o quase o mesmo, direito que um motociclista. Tem direito de andar pela rua, usando a faixa inteira, os corredores e etc…
Mas como os outros veículos, não podem circular pelas calçadas, não podem parar em cima da faixa de pedestre e etc…

Se vocês, ciclistas, querem que a bicicleta seja reconhecida como um meio de transporte, sigam as regras da mesma…

Quero deixar bem claro que NÃO ESTOU GENERALIZANDO.

Conheço muitos ciclistas que cumprem com seus deveres e reivindicam seus diretos. Mas já viu muitos desrespeitando algo simples como um semáforo ou um cruzamento de pedestres.

Respeito gera respeito!

Thiago Alves Personal Trainer

 

OLHA A BIKEEEE!!!

domingo, 10 de Março de 2013

Olha a bikeeee!!!

Sempre à frente de seu tempo – o lugar projetou Matinas Suzuki Jr. na imprensa numa época em que nenhum jornalista brasileiro usava óculos de aro vermelho –, Barretos começa na segunda-feira a reprimir ciclista infrator das regras de condução de sua bicicleta.

Não se fala ainda numa lei seca específica para as ciclovias – ‘Se beber, não pedale!’ –, mas a contramão, o estacionamento proibido e o avanço de sinal vermelho serão penalizados com multa e apreensão de bikes pela fiscalização municipal. Quem resistir vai em cana!

Pode parecer exagero, mas se alguma coisa não for feita no limiar do boom do bicicletismo nacional, logo os velhos bandalhas do volante estarão nas ruas adaptando a falta de respeito coletiva ao guidom.

Vai demorar ainda para o ciclista passar de vítima a algoz do trânsito, mas já são comuns em hospitais de cidades como o Rio o pronto socorro a pedestres atropelados por bicicletas em alta velocidade nas pistas de tráfego compartilhado.

Quando, enfim, nem os pioneiros paulistanos do transporte alternativo aguentarem mais a multidão mal educada sobre duas rodas na capital, quem sabe a vida ainda seja viável em Barretos, né não?

Tutty Humor
tuttyvasques@estadao.com.br
O Estado de São Paulo, 9 de março de 2013

Que leis de trânsito estão sendo desrespeitadas?

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

 

DRENAGEM

segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

 

 Agentes da CET bloqueiam trecho alagado na avenida 23 de Maio, na zona sul de São Paulo, durante a forte chuva que atingiu a cidade nesta segunda-feira. A avenida fiou interditada por cerca de uma hora até voltar a ser liberada.

Do UOL, em São Paulo

TRÂNSITO MATA 572 PESSOAS A MAIS QUE HOMICÍDIO EM SP

terça-feira, 29 de novembro de 2011

 

São Paulo – Se São Paulo parece ter encontrado o caminho para a redução dos assassinatos, o mesmo sucesso ainda não foi alcançado na prevenção às mortes em acidentes de trânsito. Nos dez primeiros meses do ano, morreram 3.991 pessoas em acidentes no Estado, 572 vítimas a mais do que as 3.419 assassinadas no período. 

 
 
Foto 8 de 9 – 9.jul.2011 – O engenheiro Marcelo Malvio Alves de Lima, 36, se envolveu em um acidente com seu Porsche no Itam Bibi, em São Paulo. Na colisão, a advogada baiana Carolina Menezes Cintra Santos morreu. O homem pagou fiança de R$ 300 mil e está em liberdade. Pelas informações da polícia, o veículo estava a 150 km/h Mais Luiz Guarnieri/Agência Estado

Considerando os casos de homicídios culposos (quando não há intenção de matar), as mortes nos dez primeiros meses cresceram 5,3% no Estado. Na capital, as mortes por acidente de trânsito ainda ficam abaixo dos assassinatos. São 595 vítimas de acidentes e 855 de homicídio.

Enquanto São Paulo comemora a chance de fechar o ano com taxa de 9,82 homicídios por 100 mil habitantes, abaixo dos 10 casos por 100 mil, valor considerado pela Organização Mundial de Saúde como epidêmico, no trânsito essa taxa chegou a 11,4 mortos por 100 mil habitantes. Foram 409 mortes em outubro.

Para tentar reverter esse quadro, delegados da Polícia Civil têm adotado maior rigor nos registros dos boletins de ocorrência. Em outubro, nove acidentes levaram motoristas envolvidos em mortes a serem indiciados por dolo eventual – quando não há intenção de matar, mas o motorista assume os riscos que o levam ao acidente. No ano, já foram 42 registros semelhantes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

MARCHA DAS BICICLETAS

terça-feira, 18 de outubro de 2011

 

 

 

 

 

 

 

 

A Bicicletada acontece em São Paulo toda ultima sexta-feira do mês.
Nos reunimos na Praça do Ciclista ( esquina da avenida Paulista com a Consolação ).
O encontro começa a partir das 18 horas e saímos em massa crítica por volta das 20 horas, ocupando as ruas para festejar a bicicleta como meio de transporte.
A Massa Crítica Paulistana convida as pessoas a ocuparem o espaço público de maneira inteligente.
Sempre com muita alegria, pessoas em seus veículos não-motorizados irão comemorar de uma maneira nada tradicional a “Mobilidade” de todos os cidadãos da cidade.

Faça da Bicicletada SP a SUA Bicicletada. Vale levar cartazes, levar animais, ir fantasiado, protestar, berrar, fazer apitaço e falar no megafone.

“Você aí parado, comemorar conosco, é o melhor lado!”

Aqui todo mundo é bem vindo, não importa o valor do seu carro ou a grife da sua cueca, venha como puder…..
A Bicicletada Paulistana (Critical Mass) acontece sempre na última sexta feira do mês há mais de 6 anos, e em mais de 400 cidades do mundo, simultaneamente. Para participar, a única obrigatoriedade é comparecer no ponto de encontro com um meio de transporte não motorizado. Pode ser Bicicleta, Patins, Skate ou até mesmo com seus próprios pés.
Não tem bicicleta ou não sabe pedalar?… sem problemas. Apareça o quanto antes na praça do ciclista ou entre em contato através dos links abaixo e veja como fazer para pegar uma bicicleta emprestada.

∴LOCAL:
O mesmo de sempre, Praça do Ciclista, que fica no canteiro central da Avenida Paulista, entre as ruas da Consolação e Bela Cintra.

∴HORÁRIO:
O mesmo de sempre, concentração a partir das 18:00 e saída às 20:00.

∴TRAJETO:
Como sempre, decidido na hora, mas sempre um trajeto que seja possível para toda a massa.

Apareça e confira. Em caso de chuva, a Bicicletada está automaticamente CONFIRMADA, pois quem pedala sabe que depois da tempestade vem o ar limpo, pelo menos por algumas horas.

O que é NÃO é legal fazer durante a Bicicletada:

–Insultar verbalmente e ou agredir pedestres, motoristas, passageiros de coletivos e pessoas nos bares, mesmo se eles provocarem
–Provocar as mulheres na rua. Tanto elas como as mulheres da bicicletada podem se sentir ofendidas
–Andar com a bicicleta nas calçadas
–Correr na frente para bloquear o tráfego antes da massa chegar
–Andar na contra-mão
–Esquecer de sorrir, acenar e falar com outras pessoas
–Imaginar que você é moralmente superior só porque está pedalando uma bicicleta
–Abster-se de dizer aos companheiros o que você acha do seu comportamento, seja bom ou ruim. Converse com os outros!
–Interromper desnecessariamente acessos que não serão utilizados pelo passeio
–Usar pistas que não são necessárias. Se houver múltiplas faixas, vamos liberar algumas para os veículos mais rápidos.
–Esquecer que todos somos responsáveis por fazer a massa crítica que nós queremos.

O que é legal fazer durante a Bicicletada:

Fantasiar-se para chamar a atenção e alegrar o movimento
Distribuir panfletos aos pedestres e motoristas explicando porque estamos ali. (imprima o seu: http://bit.ly/lBGwnF )
Conversar com o ciclista do lado, fazer amigos e se divertir
Cuidar da segurança de todos
Abordar amigavelmente aqueles que estão desrespeitando os pedestres e motoristas
Distribuir flores e conversar com outras pessoas, passageiros de ônibus e motoristas
Convidar as pessoas a se juntarem a nós na próxima vez
Liberar pistas para que veículos e ônibus presos atrás da massa possam passar. Se queremos respeito, também temos que compartilhar.
Diminuir a marcha regularmente se você estiver na frente (não importa o quão devagar você acha que está pedalando, lacunas estarão se abrindo atrás de você)
Parar no semáforo vermelho quando estiver na frente para permitir que o resto da massa se junte a você
Continuar pedalando no semáforo vermelho se a massa já estiver atravessando o cruzamento, pois ficar juntos é mais seguro e previsto por lei
Preencher lacunas; massa crítica depende da densidade de bicicleta em relação ao automóvel
Lembrar-se que o prazer e o convívio são mais subversivos do que a raiva e provocação.

⇒Para saber mais sobre a Bicicletada Zona Leste (realizada toda 2ª Sexta-feira do mês), clique aqui.

ACIDENTES COM MOTO DOBRAM NA REBOUÇAS APESAR DE CAMPANHA

terça-feira, 19 de julho de 2011

Avenida onde Prefeitura de São Paulo testou faixa educativa teve disparada de vítimas em quatro anos

Crescimento de 110%, além de ter sido maior que a expansão de 65% da frota em duas rodas, supera a de outras vias

O tráfego de motos na Rebouças é tão crítico que, cinco anos atrás, a avenida foi escolhida pela prefeitura para receber a “Faixa Cidadã” -um espaço preferencial, para as motos trafegarem um pouco mais longe dos carros.
Quase ninguém respeitou, a ação fracassou e hoje a situação está bem pior: os acidentes desses veículos com vítimas mais que dobraram desde então. Saltaram de 62, em 2006, para 130, em 2010.
A disparada de 110%, além de ter sido maior que a expansão de 65% dessa frota, superou a das principais vias da cidade de São Paulo.
Não é à toa que a Rebouças pulou para a 7ª posição no ranking das vias com mais colisões/quedas/atropelamentos com motos e vítimas, conforme mapeamento da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) em 2010.
Em 2006, havia ao menos 11 vias na frente dela. A rua da Consolação, que também recebeu a faixa preferencial, não consta da lista das 12 com mais acidentes.
Na avaliação da CET, a disparada na Rebouças é resultado do crescimento “generalizado” dos casos na capital. Para ela, como a circulação de motocicletas ocorre “de maneira concentrada em algumas vias principais”, elas tendem a sentir um reflexo mais significativo disso.
Na avenida Alcântara Machado, que faz a ligação Leste-Oeste, porém, esses acidentes tiveram salto menor -de 36% em quatro anos.
A CET diz que, após dois anos, trocou as placas da “Faixa Cidadã” porque os resultados mostravam a adesão de só 5% das motos.
Pelo projeto, elas deveriam circular na faixa do meio, ao lado do corredor de ônibus, evitando os espaços laterais entre os carros.
Não havia, porém, obrigatoriedade nem punição. “Era delírio achar que haveria respeito”, diz Luís Antônio Seraphim, consultor em trânsito.
Experiências da CET como as motofaixas da Sumaré e Vergueiro também não resultaram em menos acidentes.
Para Luiz Artur Cané, do Movimento Brasileiro de Motociclistas, a alta na Rebouças é efeito de uma combinação que se agrava a cada dia.
“A avenida fica congestionada, os carros param, os pedestres decidem atravessar devido ao trânsito parado e as motos seguem com velocidade excessiva no corredor.”

Alencar Izidoro                 Folha de São Paulo, 19 de julho de 2011

quarta-feira, 25 de Maio de 2011

Entrevista Dr. Paulo Saldiva  

  

  

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