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A rosa e a adaga

quarta-feira, 3 de Maio de 2017

A rosa e a adaga

Renée Ahdieh
Fabienne Mercês (tradução)
Globo Alt.

A esperada continuação de “A fúria e a aurora”, inspirado no clássico “As mil e uma noites”. Sherazade chegou a acreditar que seu marido, Khalid, o califa de Khorasan, fosse um monstro. Mas por trás de seus segredos, ela descobriu um homem amável, atormentado pela culpa e por uma terrível maldição, que agora pode mantê-los separados para sempre. Refugiada no deserto com sua família e seu antigo amor, Tariq, ela é quase uma prisioneira da lealdade que deve às pessoas que ama. Mas se recusa a ficar inerte e elabora um plano. Enquanto seu pai, Jahandar, continua a mexer com forças mágicas que ele ainda não entende, Sherazade tenta dominar a magia crescente dentro dela. Com a ajuda de um tapete velho e um jovem sábio e tempestuoso, ela concentrará todas as suas forças para quebrar a maldição e voltar a viver com seu verdadeiro amor.

Este romance trouxe um novo significado para a frase
“As histórias que tem poder”
Blog apaixonadas por livros

Que diálogos incríveis. As cenas são tão bem construídas por Renée que somos transportados para o seu universo da mesma forma que Sherazade faz com Khalid.

Blog vai lendo

Amei com todas as forças e sem sombra de dúvida esse livro foi o melhor internacional do ano, a melhor leitura, os melhores protagonistas. Leiam, vocês não vão se arrepender.

Blog paraíso das idéias

A menina dos olhos molhados

domingo, 2 de Abril de 2017

A menina dos olhos molhados

Marina Carvalho
Editora Globo

“É A SEGUNDA VEZ NA VIDA QUE ENCONTRO UMA GAROTA COM ESSE TIPO DE OLHAR”

Bernardo é um excelente jornalista e suas matérias investigativas são sempre muito elogiadas. Ele só tem uma limitação – odeia trabalhar em equipe. Uma grande decepção amorosa fez com que ele se tornasse fechado e antipático. Por isso a incumbência de levar Rafaela, a nova estagiária do jornal onde trabalha, para todos os lugares, pode parecer a receita certa para uma desgraça. Mas, com o passar dos dias, Bernardo e Rafaela descobrirão que têm muito mais em comum do que a paixão pelo jornalismo…

O Punhal

quarta-feira, 1 de Março de 2017


Jorge Fernández Díaz
Ryta Vinagre (tradução)
Editora Globo

O garoto dos meus sonhos não pode ser real. Desde quando consegue se lembrar, Alice tem sonhado com Max. Juntos eles viajaram o mundo, passearam em elefantes cor-de-rosa, fizeram guerra de biscoitos no Metropolitan Museum of Art… e acabaram se apaixonando.
Max é o garoto dos sonhos – e somente dos sonhos – até o dia em que Alice o vê, surpreendentemente, na vida real. Mas ele não faz ideia de quem ela é… Ou faz?

Enquanto começam a se conhecer, Alice percebe que o Max dos Sonhos em nada se parece com o Max Real. Ele é complicado e teimoso, além de ter uma namorada e uma vida inteira da qual Alice não faz parte.

Quando coisas fantásticas dos sonhos começam estranhamente a aparecer na vida real – como pavões gigantes que falam, folhas de outono cor-de-rosa incandescente, e constelações de estrelas coloridas -, Alice e Max precisam tomar a difícil decisão de fazer isso tudo parar.

Mesmo que os sonhos sejam mais encantadores que a realidade, seria realmente bom viver neles para sempre?

O garoto dos meus sonhos

domingo, 5 de Fevereiro de 2017

livro-de-mesO garoto dos meus sonhos
Lucy Keating
Editora Globo

O garoto dos meus sonhos não pode ser real. Desde quando consegue se lembrar, Alice tem sonhado com Max. Juntos eles viajaram o mundo, passearam em elefantes cor-de-rosa, fizeram guerra de biscoitos no Metropolitan Museum of Art… e acabaram se apaixonando.
Max é o garoto dos sonhos – e somente dos sonhos – até o dia em que Alice o vê, surpreendentemente, na vida real. Mas ele não faz ideia de quem ela é… Ou faz?

Enquanto começam a se conhecer, Alice percebe que o Max dos Sonhos em nada se parece com o Max Real. Ele é complicado e teimoso, além de ter uma namorada e uma vida inteira da qual Alice não faz parte.

Quando coisas fantásticas dos sonhos começam estranhamente a aparecer na vida real – como pavões gigantes que falam, folhas de outono cor-de-rosa incandescente, e constelações de estrelas coloridas -, Alice e Max precisam tomar a difícil decisão de fazer isso tudo parar.

Mesmo que os sonhos sejam mais encantadores que a realidade, seria realmente bom viver neles para sempre?

Rita Lee: uma autobiografia

domingo, 1 de Janeiro de 2017

ritaleeRita Lee: uma autobiografia
Rita Lee
Editora Globo

 

Nos últimos tempos eu tive um privilégio pra lá de especial: vi Rita escrever sua biografia. Era um momento que nem em meus sonhos mais loucos ousei experimentar. Como jornalista e curioso, sempre gostei de livros assim. História de gente interessante me move.  E vi nascer, daquelas mãos de fada com sua estrela de sete pontas tatuada, a melhor bio que já li na vida. Sem exagero.

No texto, Rita é de uma honestidade… Muitas vezes brutal. Que contrasta com sua doçura e com tanto amor e leveza. Sim, ela consegue colocar no mesmo capítulo faces tão diferentes e emoções tão distintas. Do primeiro disco voador ao último porre, Rita é consistente. Corajosa. Sem culpa nenhuma. Tanto que, ao ler o livro, várias vezes temos a sensação de estar diante de uma bio não autorizada, tamanha a honestidade nas histórias. A infância e os primeiros passos na vida artística; sua prisão em 1976; o encontro de almas com Roberto de Carvalho; o nascimento dos filhos, das músicas e dos discos clássicos; os tropeços e as glórias. Está tudo lá.

E você pode ter certeza: essa é a obra mais pessoal que ela poderia entregar de presente para nós. Rita cuidou de tudo. Escreveu, escolheu as fotos e criou as legendas – e até decidiu a ordem das imagens -, fez a capa, pensou na contracapa, nas orelhas… Entregou o livro assim: prontinho. Sua essência está nessas páginas. E é exatamente desse modo que a Globo Livros coloca a autobiografia da nossa estrela maior no mercado.

Sempre tive a certeza de que Rita é o maior compositor que já pisou nesse planeta (acho ruim escrever no gênero masculino, mas só assim para não deixar dúvidas de que ela está no topo dos topos). Através de suas canções, ela entrega os segredos da vida. Emoções e temas – muitas vezes complicados de se descreverem – aparecem de forma fluida, limpa, contundente. São revelações. Quem nunca se identificou com uma música dela? Quem é que não tem uma história com sua trilha sonora? É inegável sua importância para a cultura mundial. E com uma voz… uau! Jamais igualada.

Dito isso, musicalmente a sua importância é inegável. Agora, em 2016, Rita se reinventa. Mais uma vez. Nessa, como escritora. E das melhores! Mais do que uma celebração da vida de Rita, esse livro é uma sorte nossa, que vivemos na mesma época em que ela, por saber de sua história através da própria. E, mais do que sua vida, Rita entrega aqui parte importante da história do país, da cultura mundial. Conta passagens, descreve costumes e mudanças pelas quais passamos nos últimos anos.

Em um de seus inúmeros sucessos, Rita se descreve como ‘uma pessoa comum, um filho de Deus’. Ao ler esse livro, fica provado: comum é tudo o que a vida dela não é. Convido vocês a lerem cada página. E depois me digam se não estou certo. Quanto a você, Rita, só me resta dizer: obrigado por dividir sua história com a gente.

– Guilherme Samora é jornalista e estudioso do legado cultural de Rita Lee

Dias de abandono

domingo, 4 de dezembro de 2016

livroElena Ferrante

Editora Globo

 

No livro, a escritora escondida pelo misterioso pseudônimo utiliza suas palavras cortantes e sua clareza brutal para percorrer o turbilhão emocional vivido por Olga após um casamento fracassado. Traída e se sentindo abandonada pelo marido, a personagem enfrenta conflitos internos em meio à nuvem cinzenta da desolação e da nova e inquietante realidade que se apresenta.

Moradores de um apartamento em Turim, para onde Olga se mudou por conta da carreira profissional do marido, com dois filhos e um cachorro, Mario e Olga viveram ma relação de 15 anos com os altos e baixos de um casamento normal. Sem abalos que evidenciassem um término repentino, Olga ouve o discurso de seu marido anunciando que ele a deixaria naquele momento. As páginas seguintes vão desnudando cenas críticas do passado do casal, repassadas até a exaustão pela protagonista e misturadas à urgência do seu cotidiano completamente destruído.

Em Dias de abandono, Ferrante escancara a dor da rejeição moldada pelos sentimentos e particularidades de uma mulher. Em um corajoso e às vezes violento mergulho existencial, Olga vai aos poucos substituindo um atormentado desejo de redenção por algo ainda desconhecido.

Antes presa a um personagem construído pela sociedade e por suas próprias expectativas, ela se dá conta de que amou mais justamente quando se sentiu “enganada, humilhada e abandonada”. A raiva pela justificativa mentirosa do marido ao tê-la deixado, que antes parecia acender a urgência do amor, agora o esvazia. No espaço entre esses dois pólos distintos, sem amor, dentro do nada, resta a ela saber se novos sentidos podem tomar formas na urgência da vida.

Tudo que leve o nome de Elena Ferrante deve ser lido.
Boston Globe

Voz furiosa e torrencial como a da autora é algo raro.
The New York Times

TURMA DA MÔNICA LEITURA DIFÍCIL

domingo, 5 de junho de 2016

DÉCADA PERDIDA: DEZ ANOS DE PT NO PODER

terça-feira, 8 de setembro de 2015

 

 

 

Década Perdida: Dez anos de PT no poder
Marco Antonio Villa
Editora Record

 

 

Livro sensacional, para ser devorado e entender o nosso momento atual, recomendo para todas as idades.
O futuro depende de nossa análise e atitude frente o que está ocorrendo no País.
Francisco Cyrillo, 16 de agosto de 2015

“O Brasil de hoje é uma sociedade invertebrada. Amorfa, passiva, sem capacidade de reação. É uma República bufa, uma República petista.”
Marco Antonio Villa

 

NOSSOS ANOS VERDE-OLIVA

quarta-feira, 22 de julho de 2015

 

Cheguei a ilha de Fidel Castro fugindo de Augusto Pinochet.
A ilha era então a minha utopia. Pinochet, o meu pesadelo.
A experiência me ensinaria que ambos eram ditaduras, e que não há ditaduras boas nem justificáveis.”
Roberto Ampuero

 
“Fazia tempo que um livro não me absorvia e emocionava tanto
como esta descrição tão honesta, tão veraz e tão lúcida de uma
ilusão que compartilhamos tantos latino-americanos com a
Revolução Cubana.”
Mario Vargas Llosa

PONTO DE VISTA

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Ponto de Vista
Sonia Salerno Forjaz
Cris Eich (ilustrações)
Editora Moderna

 

 

 

 

Sensacional! Ótimo livro para se ler com os netinhos.
Francisco, São Paulo – SP.

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