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Tudo aconteceu em 1862, durante a Guerra Civil

domingo, 1 de outubro de 2017

– Tudo aconteceu em 1862, durante a Guerra Civil Americana e o país estava dividido entre a “União” e os “Confederados”, do Sul, quando o Capitão do Exército da União, Robert Elly, estava com seus homens perto de Harrison’s Landing, no Estado da Virginia e o Exército Confederado estava próximo a eles, do outro lado do campo de batalha.

Durante aquela noite, o Capitão Elly escutou os gemidos de um soldado ferido no campo. Compadecido e sem saber de quem se tratava, se este era um soldado da União ou da Confederação, ele decidiu arriscar sua vida e trazê-lo até o acampamento para receber cuidados médicos. Com muita dificuldade e medo, arrastando-se por entre os disparos e as explosões, o capitão chegou ao homem ferido e começou a arrastá-lo até o seu acampamento. Quando ele chegou finalmente às suas próprias linhas, descobriu que na realidade era um soldado inimigo confederado, mas ele já estava morto e não havia mais nada a ser feito.

Sem um motivo aparente, o Capitão acendeu sua lanterna para, mesmo na penumbra, tentar ver o rosto daquele soldado e, de repente, ficou sem fôlego e paralisado. O motivo? Tratava-se de seu próprio filho, que estava estudando música numa escola do Sul quando a guerra se iniciou. Sem dizer nada ao pai, o rapaz havia se alistado no exército confederado.

Na manhã seguinte, com o coração destroçado, aquele pai pediu permissão aos seus superiores para dar a seu filho um enterro com honras militares, apesar dele ser um soldado inimigo. Perguntou também se poderia contar com os membros da banda de músicos para que tocassem no funeral de seu filho, o que foi consentido com alguma reserva. Por respeito àquele pai, disseram-lhe que podiam fornecer um só músico. O Capitão então escolheu um corneteiro para que ele tocasse uma série de notas musicais que encontrou no bolso do uniforme do filho, nascendo assim a melodia inesquecível, que hoje conhecemos como “Taps” e que também possuia uma letra, que era a seguinte:

”O dia terminou, o sol se foi
Dos lagos, das colinas e do céu.
Tudo está bem, descansa protegido,
Deus está próximo.
A luz tênue obscurece a visão.
E uma estrela embeleza o céu, brilhando luminosa.
De longe, se aproximando,
Cai a noite.
Graças e louvores para os nossos dias
Debaixo do sol, debaixo das estrelas,
Debaixo do céu,
Enquanto caminhamos, isso nós sabemos,
Deus está próximo.”

Até hoje as pessoas ainda sentem calafrios de emoção, cada vez que ouvem o Toque de Silêncio, mas nunca souberam que ele possuía uma letra e nem sequer tinham idéia da sua história, inclusive eu. Este assunto nos faz lembrar com carinho dos soldados de todo o mundo, que não voltaram das guerras fratricidas e que entregaram suas vidas inutilmente.

Transportando esta história para o âmbito social atual, vemos isto acontecer diariamente, em todos os sentidos da vida humana. O pior é que, nestes dias de hoje, este comportamento se amplia, dia a dia, transformando irmãos em inimigos, onde o poder do dinheiro impera e as virtudes são preteridas, em favor dos respectivos comportamentos opostos a cada uma delas! Pensemos então bastante sobre isto!!!…

RITA LEE e ELIS REGINA – 1978

domingo, 1 de outubro de 2017

Publicado em 29 de nov de 2013
Especial de Elis Regina Na Tv Bandeirantes
#Participaçao de Adoniran Barbosa

ROCK DO PIOLHO (Animação)

domingo, 1 de outubro de 2017

Rock do Piolho é a música tema do show dos Piolhos, um espetáculo infantil de música, cheio de histórias divertidas para as crianças e uma baita sonzera no palco pra arrancar os adultos da cadeira.

FEIRA DE MANGAIO (1978)

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

SIVUCA e CLARA NUNES

Enviado por Jose Borges CS
Clã Brasil & Sivuca

Publicado em 4 de abr de 2007
Vídeo extraído do DVD do grupo paraibano de forró pé-de-serra Clã Brasil, gravado no Teatro Paulo Pontes (Espaço Cultural), em João Pessoa.

GONZAGUINHA “NUNCA PARE DE SONHAR”

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

“NUNCA PARE DE SONHAR”

Nunca Pare de Sonhar

Gonzaguinha

Ontem um menino

Que brincava me falou

Hoje é a semente do amanhã

 

Para não ter medo

Que este tempo vai passar

Não se desespere, nem pare de sonhar

 

Nunca se entregue

Nasça sempre com as manhãs

Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar

 

Fé na vida, fé no homem, fé no que virá

Nós podemos tudo, nós podemos mais

Vamos lá fazer o que será

 

Ontem um menino

Que brincava me falou

Hoje é a semente do amanhã

 

Para não ter medo

Que este tempo vai passar

Não se desespere, nem pare de sonhar

 

Nunca se entregue

Nasça sempre com as manhãs

Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar

 

Fé na vida, fé no homem, fé no que virá

Nós podemos tudo, nós podemos mais

Vamos lá fazer o que será

A MAIOR FLOR DO MUNDO | JOSÉ SARAMAGO

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos?
Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?

ANDREA BOCELLI – SENZA FINE

domingo, 6 de agosto de 2017

O QUE ME IMPORTA MARISA MONTE

domingo, 6 de agosto de 2017

 

O MAL DAS PESSOAS É JULGAR PELAS APARÊNCIAS

domingo, 6 de agosto de 2017

Pequenas grandes histórias…

terça-feira, 4 de julho de 2017

foto de – Fadas, Elfos e elementais seres da LUZ. –

Pequenas grandes histórias…

Numa sala de aula haviam várias crianças.Quando uma delas perguntou à professora:

– Professora, o que é o amor?

A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da es ola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.

As crianças saíram apressadas e ao voltarem a professora disse:

– Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.

A primeira criança disse:
– Eu trouxe esta flor, não é linda?

A segunda criança falou:
– Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou coloca-la em minha coleção.

A terceira criança completou:
– Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.

A professora se dirigiu a ela e perguntou:
– Meu bem, porque você nada trouxe?
E a criança timidamente respondeu:

– Desculpe professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolve-lo ao ninho.

Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.

Autor desconhecido

Enviado por Lucas Lima, Porto Alegre – RS

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